quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Primeiro resumo sobre estética

Estética pode significar várias coisas para diferentes tipos de pessoas. No uso corriqueiro podemos encontrar a estética ligada beleza física – como tratamentos estéticos faciais, entre outros procedimentos corporais reconhecidos como tratamentos estéticos. Ou, até mesmo beleza em um campo mais amplo. Como decoração, por exemplo.
No entanto, nas artes podemos ver que estética tem outro sentido. Que, basicamente, se resume a palavra: Estilo.
Mas é no campo da filosofia que é dedicada uma maior atenção à Estética. Pois é nela, a estética é um objeto de estudo, é um ramo da filosofia. Que se dedica a estudar o belo e o impacto que ele causa no homem.
O belo sempre foi perseguido. Mas nem sempre foi atingido, e durante os tempos, métodos e explicações foram criados desvendar esse fenômeno.
Primeiramente, no Classicismo, foram criados padrões para atingir o belo.  Mesmo que nesse momento, o belo seja considerado ideal, ou seja, estava no plano das idéias.
Em contra partida, há os empiristas, que geram a subjetividade, onde essa noção do belo parte do sujeito, não do objeto. Sendo assim, Kant, em sua obra, afirma que isso acontece porque todos nós, seres humanos,  somos dotados de faculdades que nos permite julgar se um objeto é belo ou não.
E nesse viés, Hegel introduz o conceito de História em que a noção do belo muda através dos tempos, pela cultura, e isso reflete nas artes.
Atualmente, belo é uma designação a certos objetos singulares. É um fenômeno que captado pela percepção e só é percebido na experiência estética.
Já a idéia do feio, é uma tentativa de belo. Só que mal executada, onde nela não irá residir uma obra de arte.

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